O SER TERAPEUTA E O ACOLHIMENTO FILOSÓFICO

Por Fernando Fontoura O Ser Terapeuta em filosofia clínica está apoiado em três vertentes filosóficas, quais sejam, a fenomenologia, a hermenêutica da compreensão e a analítica da linguagem. Estas linhas ou teorias filosóficas vemos com mais amplitude na formação em filosofia clínica, mas aqui posso dar um pequeno resumo da importância delas na formação doContinuar lendo “O SER TERAPEUTA E O ACOLHIMENTO FILOSÓFICO”

Filosofia Clínica: anotações e reflexões de um consultório (Resenha)

Por Fernando Fontoura O livro Filosofia Clínica: anotações e reflexões de um consultório, de Hélio Strassburger, traz a perspectiva da prática da filosofia clínica. Ao mesmo tempo em que expõe a própria metodologia, mas uma metodologia originária, daquela filosofia clínica sistematizada nos meados de 1990, ele nos mostra através de sua experiência de quase trintaContinuar lendo “Filosofia Clínica: anotações e reflexões de um consultório (Resenha)”

Uma perspectiva prática da recíproca

Paula Zabatiero A metodologia da Filosofia Clínica contempla elementos que constituem a estrutura de pensamento e os modos de agir de cada pessoa. Alguns elementos, como a inversão e a recíproca, podem estar tanto na espacialidade intelectiva quanto nas ações do indivíduo. Simplificadamente, inversão é o movimento de trazer o outro ao seu próprio mundo,Continuar lendo Uma perspectiva prática da recíproca

Onde se esconde o que aparece?

Por Hélio Strassburger A ideia de uma região inconsciente como algo inacessível por inteiro, e com a qual se trava algum contato por atos falhos, lapsos, e outros mecanismos, ainda encontra seus adeptos. Talvez porque, até então, não se tivesse outros recursos metodológicos a atividade clínica.Uma das críticas a essa forma de pensar, é aContinuar lendo “Onde se esconde o que aparece?”

FENOMENOLOGIA NA FILOSOFIA CLÍNICA

Por Fernando Fontoura (texto originalmente escrito para a REvista da Casa da Filosofia Clínica em https://casadafilosofiaclinica.blogspot.com/2022/03/revista-casa-da-filosofia-clinica-ed00.html ) Algumas perspectivas psicológicas se denominam ou têm no nome a palavra fenomenologia ou fenomenológica. No vídeo sobre psicologia fenomenológica com prof. Tommy Goto (https://www.youtube.com/watch?v=_RR9dHtF3e4&t=196s ) assumindo que a psicologia fenomenológica tem Edmund Husserl como fundamento da fenomenologia, pergunta-seContinuar lendo “FENOMENOLOGIA NA FILOSOFIA CLÍNICA”

Uma proposta de emancipação

Por Miguel Angelo Caruzo (texto originalmente escrito para a Revista da Casa da Filosofia Clínica, edição 00 em https://casadafilosofiaclinica.blogspot.com/search/label/Revista%20Casa%20da%20Filosofia%20Cl%C3%ADnica ) Em sua recente obra, Hélio Strassburger (2021, p. 26) relata que “a possibilidadede emancipação de pessoas, para além da camisa de força da classificaçãotipológica” chamou sua atenção na proposta da filosofia clínica uma vezque “elaContinuar lendo “Uma proposta de emancipação”

Qual a diferença de fazer terapia com a Filosofia Clínica?

A Filosofia Clínica tem como base de sua metodologia a palavra Singularidade. Singular é aquilo que é irrepetível, como cada folha de uma frondosa árvore. Por mais parecidas que são ao longe, de perto são diferentes uma da outra. Singular também é aquilo que não tem padrão externo a si mesmo para comparação, somente poderiaContinuar lendo “Qual a diferença de fazer terapia com a Filosofia Clínica?”

Leituras Clínicas

Por Dionéia Gaiardo – Filósofa Clínica “O ponto de vista Partilhante, ao se deixar acessar pelos termos agendados, reivindica um leitor de raridades. O fenômeno terapia aproxima papéis existenciais da clínica com a arqueologia. Sua estética cuidadora, a descobrir e proteger inéditos, mescla saberes para acolher as linguagens da singularidade.” – Hélio Strassburger O trechoContinuar lendo “Leituras Clínicas”

Qual é o diferencial da filosofia clínica?

A filosofia clínica trabalha com o pressuposto da singularidade. Assim, cada pessoa, vista de modo único, não é diagnosticada de acordo com a “norma”. Conceitos como normal e patológico não cabem no processo. E os problemas do partilhante cessarão ou encontrarão alívio por meio de uma construção compartilhada com seu terapeuta. Além de poder serContinuar lendo “Qual é o diferencial da filosofia clínica?”

Quanto tempo leva uma terapia na filosofia clínica?

Estima-se que uma terapia leve de seis meses até dois anos, em sessões que podem iniciar semanalmente e, gradualmente, sendo mais espaçadas para a cada uma ou duas vezes por mês. Mas, como o que conta é a singularidade, cada caso deve ser analisado individualmente. Porém, é bom destacar que o método visa tornar oContinuar lendo “Quanto tempo leva uma terapia na filosofia clínica?”